Reach, steal, sleeper, bust…o que são afinal?

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Vai chegando o período pré Draft e é um muito comum surgirem expressões que não se ouvem durante a temporada do football.

O que é um reach? Por que determinado jogador foi um steal? Porque tanto medo que um jogador escolhido se torne um bust? E o que é esse sleeper que os analistas estão dizendo para eu prestar atenção? Vamos saber isso abaixo.

Reach

Se determina por reach escolher um jogador muito antes do que ele valha nos boards. Por exemplo: Jogador X tem nota de 3° round, mas é escolhido em 1° round. Isso acontece muitas vezes quando os times tem needs muito graves. Eles acabam ignorando as notas e vão buscar o jogador da posição que precisam mesmo ele tendo valor menor nos boards.
No Draft de 2017 alguns exemplos são o TE Adam Shaheen, escolhido pelos Bears no 2° round e o CB Brendan Langley, selecionado pelo Denver Broncos em 3° round.

Steal

É exatamente o contrário do reach. Conseguir um jogador cotado numa posição mais alta numa pick mais baixa configura o steal. Muitas vezes esses jogadores caem por que times vão escolhendo por suas needs ou sua posição não é tão valorizada (Guards são exemplos clássicos). Outro ponto são as chamadas “red flags”: Os times temem escolher jogadores que já tiveram algum problema por lesão ou problemas extra campo e isso faz com que mesmo com tanto talento, eles caiam.
Podemos citar como exemplos de steal em 2017 Dalvin Cook (Minnesota Vikings) e Kareem Hunt (Kansas City Chiefs).

Sleeper

Jogador pouco falado durante o ano que apresenta surpreendente valor para os analistas. Acontece muito com jogadores de programas menores e sem tanta mídia. Outro ponto que faz um sleeper é ele não ter sido um destaque grande no seus anos anteriores, entrando no radar dos scouters somente no ano do Draft.
Para 2018 vou deixar alguns bons nomes que você deve prestar atenção: Mike Hughes (CB de UCF),Leighton Van der Esch (LB de Boise State) e DJ Moore (WR de Maryland).

Bust

O maior medo de um time. Selecionar um time com uma expectativa alta e ele se tornar uma verdadeira “bomba”. O jogador não produz nada, você morre com um belo contrato, perde uma pick alta do Draft (coisa valiosíssima) e não consegue nem trocar o jogador. Muitas vezes os times selecionam um bust por ignorar coisas como problemas comportamentais e comprometimento para com o jogo. O medo de selecionar um bust muitas vezes faz os times não selecionarem um jogador com problema menor e ele se torna um steal para alguém. O grande mérito é do GM que consegue separar o joio do trigo do que é realmente um problema sério ou não e fazer a escolha certa.
3 dos maiores exemplos de bust são Quarterbacks selecionados no 1° round: Ryan Leaf (pick 2 do San Diego Chargers em 1998), JaMarcus Russel (escolha 1 do Oakland Raiders em 2007) e Johnny Manziel (escolha 22 do Cleveland Browns em 2014).

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